O disco “Olho D’Água”, de Jonatas Onofre e Nando Zé é composto por regravações de canções anteriores de Jonatas, mas com uma nova abordagem sonora. Além da força das composições, o projeto traz reflexões sociais e referências à religiosidade, natureza e ancestralidade afro-brasileira. A escolha do formato de duo surgiu da necessidade de criar um som mais compacto e prático para apresentações e viagens.
As gravações do álbum ocorreram no Secreto Estúdio, em Recife, sob a produção de Alexandehn e Pedro Bettin. O processo envolveu três dias intensos de trabalho, com cerca de 10 horas diárias de estúdio. O disco também conta com participações especiais de André Luiz (trompete), Luciano Emerson Leite (flauta, sax e clarinete) e Natalício Sales (percussão), que ajudaram na consolidação dos arranjos musicais.
Arte Visual - Para o lançamento de “Olho D'água”, o material gráfico possui fotos de Ralph Fernandes e arte da capa por Gust, a partir de uma ilustração original de Felipe Lemos. Felipe, aliás, é um grande admirador do trabalho de Jonatas e usou canções do músico para desenhar ilustrações.
O Álbum Olho D’Água tem nove faixas, algumas delas já lançadas como singles: Vítima Ínfima (01), Canção da Ilha (02), Preta /Sumiço (03), Cabeças no Vento (04), Acalanto da terra (05), Berço (06), O Sul é Desnorteio (07), Pedra de Esquina (08), Luz na Luz/Miudezas (10).
Show – As apresentações acontecem logo mais às 19h30, no Teatro Apolo, com ingressos que podem ser adquiridos na Plataforma Sympla ou na bilheteria do teatro.
Foto: Ralph Fernandes