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sexta-feira, 9 de outubro de 2026

🎸 Passeata Raulseixista celebra legado de Raul Seixas neste sábado no Recife


🤘 Os admiradores de Raul Seixas têm um encontro marcado neste sábado (10) para celebrar a obra e a trajetória de um dos maiores ícones do rock brasileiro. A tradicional Passeata Raulseixista do Recife reúne fãs do cantor e compositor em uma programação especial que une música, confraternização e homenagens ao eterno “Maluco Beleza”. O evento promete transformar o centro da capital pernambucana em um grande encontro de apaixonados pela obra do artista.

🚶 A concentração acontece a partir das 15h, na Praça do Arsenal, no Bairro do Recife. De lá, os participantes seguem em caminhada até a Rua da Aurora, em um percurso marcado por música, celebração e manifestações de carinho ao legado deixado por Raul Seixas. A passeata já se tornou uma tradição entre os fãs pernambucanos e costuma reunir pessoas de diferentes gerações.

🎶 Após a caminhada, a programação continua com um grande show gratuito na Rua da Aurora. O público poderá conferir apresentações de artistas que prestarão tributo ao repertório do cantor baiano, relembrando sucessos que marcaram a história da música brasileira e seguem influenciando diferentes gerações de músicos e admiradores.

🎤 Entre as atrações confirmadas estão Caroço de Manga, Tânia Santos, Marcos Santana, Rodrigo de Os Rauzitos, Ruan Lima, André Maia, Vitoriano Roberto, Paulo Guimarães, Zé Júnior da Taô Rock Band e Ugo Barra Limpa. O repertório promete revisitar clássicos como “Metamorfose Ambulante”, “Maluco Beleza”, “Sociedade Alternativa” e outras canções que eternizaram Raul Seixas no cenário musical brasileiro.

✨ Mais do que uma homenagem, a Passeata Raulseixista do Recife é uma celebração da liberdade, da criatividade e da filosofia de vida defendida pelo artista. A expectativa é reunir dezenas de admiradores para uma tarde e noite de música, memória e reverência a um dos nomes mais influentes da cultura brasileira.

📸 Foto: Divulgação

Serviço

Passeata Raulseixista do Recife

📅 Data: 10 de outubro

⏰ Concentração: a partir das 15h

📍 Local de saída: Praça do Arsenal, Recife/PE

🚶 Percurso: Praça do Arsenal até a Rua da Aurora

🎸 Show gratuito após a passeata

🎤 Atrações:
Caroço de Manga
Tânia Santos
Marcos Santana
Rodrigo de Os Rauzitos
Ruan Lima
André Maia
Vitoriano Roberto
Paulo Guimarães
Zé Júnior da Taô Rock Band
Ugo Barra Limpa

🎟️ Evento gratuito e aberto ao público.

💃 Festa Azucar Just Dance promete movimentar a Vila Madalena com ritmos latinos em São Paulo


🎶 Os apaixonados pela música latina terão dois dias de muita dança e animação na capital paulista. Nos dias 9 e 10 de outubro, a festa Azucar Just Dance desembarca na Vila Madalena, em São Paulo, reunindo amantes de ritmos caribenhos e latinos em uma programação voltada para quem gosta de dançar até o amanhecer. O evento será comandado pelo DJ DVen e promete transformar a pista em um grande encontro de celebração cultural e musical.

🔥 Com a proposta de criar uma experiência vibrante e envolvente, a Azucar Just Dance aposta em uma seleção musical dedicada aos principais ritmos latinos da atualidade. O público poderá dançar ao som de reggaeton, salsa, bachata, merengue e reparto, estilos que conquistam cada vez mais espaço nas pistas brasileiras e atraem fãs de diferentes gerações.

🎧 Responsável pela trilha sonora da festa, o DJ DVen promete conduzir uma maratona musical repleta de sucessos e performances dançantes. A iniciativa busca reunir tanto praticantes de dança quanto pessoas que desejam apenas aproveitar uma noite diferente, marcada pela energia contagiante da cultura latina.

🌴 Realizado em um dos endereços mais tradicionais da vida noturna paulistana, o evento reforça a diversidade cultural presente na cidade. A Vila Madalena, conhecida por sua intensa programação artística e boêmia, será o cenário para duas noites dedicadas à dança, à música e à integração entre o público.

✨ Com programação que atravessa a madrugada, a Azucar Just Dance promete ser uma das opções de entretenimento para quem deseja viver uma experiência diferente em São Paulo, celebrando a riqueza dos ritmos latinos e o prazer de dançar.

📸 Foto: Divulgação

Serviço

Evento: Azucar Just Dance

📅 Datas: 9 e 10 de outubro

⏰ Horário: das 20h às 4h

🎧 Atração: DJ DVen

🎵 Ritmos: Reparto, Reggaeton, Bachata, Salsa e Merengue

📍 Local: Rua Aspicuelta, 366

🏙️ Bairro: Vila Madalena

📌 Cidade: São Paulo/SP

🎟️ Informações: redes sociais da Azucar Just Dance e DJ DVen.

🎉 Tio Dodinho comanda programação especial do Dia das Crianças na Festa do Abacaxi, em Pombos


👧🧒 O Dia das Crianças será celebrado com muita animação e diversão em Pombos, no Agreste de Pernambuco. No próximo dia 12 de outubro, a tradicional Festa do Abacaxi recebe o espetáculo infantil de Tio Dodinho e a Bicharada, atração que promete encantar o público com música, brincadeiras, personagens lúdicos e muita interação com a criançada. O evento integra a programação festiva do município e convida famílias inteiras para uma tarde de lazer e entretenimento.

🎭 Conhecido pelo trabalho voltado ao público infantil, Tio Dodinho apresenta um show repleto de alegria, reunindo personagens inspirados no universo dos animais e conteúdos que estimulam a imaginação e a participação das crianças. A proposta é proporcionar um momento de diversão saudável, com atividades pensadas especialmente para o público mirim.

🌟 A apresentação acontece no Pátio de Eventos da Festa do Abacaxi, um dos principais espaços de celebração da cidade. A expectativa é reunir moradores e visitantes em uma programação que valoriza a convivência familiar e oferece uma opção gratuita de entretenimento durante a data comemorativa.

🎶 Com linguagem acessível e personagens carismáticos, Tio Dodinho e a Bicharada conquistam o público infantil por meio de músicas, histórias e dinâmicas que unem aprendizado e diversão. O espetáculo se tornou uma das atrações mais aguardadas por crianças em diversas cidades pernambucanas.

🍍 Além de celebrar o Dia das Crianças, a atração reforça a programação cultural da Festa do Abacaxi, evento tradicional que movimenta o município de Pombos e reúne moradores e turistas em torno de atividades artísticas, culturais e de lazer.

📸 Foto: Divulgação



Evento: Dia das Crianças com Tio Dodinho e a Bicharada

📅 Data: 12 de outubro

⏰ Horário: 15h

📍 Local: Pátio de Eventos da Festa do Abacaxi

🏙️ Cidade: Pombos/PE

🎟️ Acesso: Programação aberta ao público dentro da Festa do Abacaxi.

📖 Espaço Pasárgada promove escambo de livros em homenagem a Manuel Bandeira no Recife



📚 Os amantes da literatura terão uma oportunidade especial de renovar suas estantes e compartilhar leituras durante uma edição temática do Escambo de Livros promovida pelo Espaço Pasárgada, no Recife. A ação acontece entre os dias 13 e 16 de outubro e presta homenagem ao poeta pernambucano Manuel Bandeira, um dos maiores nomes da literatura brasileira. A iniciativa busca incentivar a circulação de livros, estimular o hábito da leitura e fortalecer o acesso à cultura de forma gratuita e colaborativa.

✍️ Durante o período do evento, o público poderá levar livros em bom estado e trocá-los por outros títulos disponíveis no acervo do escambo. A proposta é criar uma experiência de compartilhamento de histórias, conhecimentos e descobertas literárias, aproximando leitores de diferentes perfis e promovendo o encontro entre pessoas apaixonadas por livros.

📚 A ação integra a programação cultural do Espaço Pasárgada, equipamento cultural dedicado à preservação e valorização da memória de Manuel Bandeira. Além de estimular a leitura, o escambo reforça a importância da reutilização de obras literárias, ampliando a vida útil dos exemplares e incentivando práticas sustentáveis de consumo cultural.

🏛️ Localizado no bairro da Boa Vista, o Espaço Pasárgada é um dos importantes centros de referência da literatura pernambucana. A edição especial do escambo convida visitantes a conhecerem o espaço e participarem de uma atividade que une cultura, educação e compartilhamento de saberes em um ambiente dedicado à obra e ao legado do poeta.

📖 A organização informa que não serão aceitos livros didáticos e obras religiosas. A expectativa é reunir leitores de diferentes idades ao longo dos quatro dias de programação, fortalecendo a cultura da leitura e celebrando a contribuição de Manuel Bandeira para a literatura nacional.

📸 Foto: Divulgação/Espaço Pasárgada

Serviço

Escambo de Livros – Edição Especial Manuel Bandeira

📅 Data: 13 a 16 de outubro

⏰ Horário: Das 9h às 18h

⏰ Quinta-feira: funcionamento estendido até 21h

📍 Local: Espaço Pasárgada

Endereço: Rua da União, 263, Boa Vista, Recife/PE

📚 Troca de livros em bom estado

⚠️ Não serão aceitos livros didáticos e/ou religiosos

Realização: Espaço Pasárgada, Fundarpe, Secretaria de Cultura e Governo de Pernambuco.

🎬 Mostra Caixola de Cinema leva exibições gratuitas para comunidades do Sertão pernambucano


🌵 Praças, ruas, terreiros, aldeias, quilombos e comunidades rurais do Sertão pernambucano vão se transformar em salas de cinema a céu aberto entre os dias 10 e 17 de outubro. A quarta edição da Mostra Caixola de Cinema Para as Infâncias promove uma circulação gratuita por seis municípios do Moxotó Pernambucano, levando ao público infantil e às famílias uma seleção de 39 curtas-metragens de diferentes regiões do Brasil. A programação reúne obras produzidas por cineastas indígenas, quilombolas, periféricos e realizadores independentes que dialogam com diversidade, identidade e pertencimento.

🎥 A itinerância passará pelos municípios de Arcoverde, Pedra, Buíque, Sertânia, Pesqueira e Custódia, ocupando espaços comunitários com sessões pensadas especialmente para as infâncias. Além de exibir filmes de várias partes do país, a Mostra também destaca produções pernambucanas, entre elas o curta-metragem “Pedra de Baleadeira”, dirigido por Caroline Arcoverde, que terá exibições especiais durante a programação. A proposta é ampliar o acesso ao cinema em territórios rurais, quilombolas e indígenas, fortalecendo o intercâmbio cultural e valorizando diferentes formas de viver e enxergar o mundo.

✨ Segundo a produtora geral e curadora Caroline Arcoverde, a iniciativa busca estimular o encontro entre arte, conhecimento e comunidade. A programação foi pensada para proporcionar experiências que fortalecem a imaginação, o olhar crítico e o reconhecimento das múltiplas identidades presentes no Brasil. Por meio das histórias exibidas na tela, crianças e adultos poderão se conectar a realidades diversas e compartilhar momentos de aprendizado e encantamento.

🎭 Além das sessões de cinema, a Mostra Caixola também realizou atividades formativas voltadas para educação audiovisual, incluindo oficinas e encontros que aproximam estudantes, educadores e realizadores do universo cinematográfico. O projeto reforça a importância do audiovisual como ferramenta de expressão, formação cultural e democratização do acesso à arte em comunidades do interior pernambucano.

🎞️ Com programação gratuita e descentralizada, a Mostra Caixola de Cinema consolida-se como uma das principais iniciativas voltadas ao público infantil no Sertão de Pernambuco. Ao reunir filmes, artistas, comunidades e processos formativos, o evento promove experiências culturais que fortalecem vínculos com o território, valorizam as identidades locais e ampliam o acesso ao cinema para crianças e famílias de diferentes contextos sociais.

📸 Foto: Anderson Oliveira

Serviço

Mostra Caixola de Cinema Para as Infâncias – 4ª Edição

📅 Data: 10 a 17 de outubro de 2026

📍 Locais:
Arcoverde, Pedra, Buíque, Sertânia, Pesqueira e Custódia

🎞️ Exibições gratuitas de 39 filmes nacionais e internacionais voltados para o público infantil

📱 Instagram: @mostracaixola

Realização: Teatro de Retalhos

Produção: Toró de Ideias

Incentivo: Funcultura, Fundarpe, Secretaria de Cultura e Governo de Pernambuco

🤝 Instituto Aliança reconhece empresas que promovem oportunidades para adolescentes em Pernambuco


🏆 O Instituto Aliança realiza, no próximo dia 20 de outubro, a cerimônia de entrega do Selo “Empresa Comprometida – Aprendizagem Com.Direitos”, uma iniciativa que reconhece organizações comprometidas com a inclusão socioprodutiva de adolescentes por meio da aprendizagem profissional. O evento acontecerá no auditório da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego em Pernambuco (SRTE/PE) e reunirá representantes de empresas, instituições públicas e organizações da sociedade civil que atuam na promoção e garantia de direitos da população infantojuvenil.

📚 Em sua quarta edição, o selo destaca empresas que transformam a aprendizagem profissional em oportunidades concretas de desenvolvimento, proteção e inserção qualificada no mundo do trabalho. A iniciativa está vinculada ao Projeto Com.Direitos e busca valorizar experiências que contribuem para a construção de trajetórias mais seguras e promissoras para adolescentes em situação de vulnerabilidade social.

🌟 Nesta edição, serão reconhecidas 30 empresas de diferentes segmentos, incluindo supermercados, hospitais, instituições financeiras, lojas e empresas terceirizadas, nas modalidades contratantes e certificadoras. Além da homenagem aos participantes, o evento pretende incentivar novas adesões à política de aprendizagem profissional, fortalecendo a articulação entre o setor empregador, o poder público e as organizações sociais.

💼 Segundo Ilma Oliveira, diretora do Instituto Aliança e coordenadora geral da área de Direitos Humanos, cada oportunidade de aprendizagem representa uma possibilidade real de transformação. A iniciativa reforça o papel da aprendizagem profissional como ferramenta de inclusão social, desenvolvimento de competências e fortalecimento da autonomia dos adolescentes, além de contribuir para a prevenção de vulnerabilidades e da exploração sexual comercial de crianças e adolescentes.

🌍 Ao dar visibilidade às boas práticas desenvolvidas em Pernambuco, o Instituto Aliança reforça a importância da construção de uma agenda voltada ao trabalho decente e à empregabilidade juvenil. O reconhecimento destaca como a atuação conjunta entre empresas, instituições públicas e organizações da sociedade civil pode gerar impactos positivos na vida de adolescentes e contribuir para uma sociedade mais inclusiva e comprometida com a proteção dos direitos humanos.

📸 Foto: Divulgação 

Serviço

Evento: Cerimônia de entrega do Selo “Empresa Comprometida – Aprendizagem Com.Direitos”

📅 Data: 20 de outubro de 2026

⏰ Horário: 9h às 12h

📍 Local: Auditório da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego em Pernambuco (SRTE/PE)

🤝 Realização: Instituto Aliança | Projeto Com.Direitos

🎁 Instituto Vizinhos Solidários mobiliza campanha de doação para o Dia das Crianças



💝 Com o objetivo de levar mais alegria para crianças em situação de vulnerabilidade social, o Instituto Vizinhos Solidários está promovendo uma campanha de arrecadação de brinquedos e roupas para o Dia das Crianças. A iniciativa busca envolver a comunidade em uma grande corrente de solidariedade, incentivando a doação de itens que possam fazer a diferença na vida de muitas famílias e tornar a data ainda mais especial.

🧸 Podem ser doados brinquedos e peças de vestuário em bom estado de conservação. Além de contribuir com a campanha, a ação representa uma oportunidade para dar um novo destino a objetos que já não são utilizados, transformando cada doação em um gesto de afeto, cuidado e responsabilidade social. A expectativa é beneficiar um número significativo de crianças atendidas pelas ações desenvolvidas pelo Instituto.

👕 A campanha reforça a importância do engajamento da população em iniciativas solidárias que promovem inclusão e acolhimento. A participação da comunidade é fundamental para ampliar o alcance da ação e garantir que mais crianças possam receber presentes e vivenciar momentos de felicidade durante uma das datas mais aguardadas do ano.

🤝 O Instituto Vizinhos Solidários destaca que pequenas atitudes podem gerar grandes transformações. Cada brinquedo ou peça de roupa arrecadada representa uma demonstração de carinho e um incentivo à construção de uma sociedade mais humana, participativa e comprometida com o bem-estar coletivo.

✨ Quem deseja colaborar pode entregar as doações diretamente na sede da instituição ou entrar em contato para obter mais informações sobre a campanha. A iniciativa segue recebendo contribuições e convida a população a fazer parte dessa mobilização em prol das crianças.

📸 Foto: Divulgação 

Serviço

Campanha de arrecadação para o Dia das Crianças

Instituição: Instituto Vizinhos Solidários

Doações: brinquedos e roupas em bom estado

📍 Endereço: Rua Pereira da Costa, 211, Pina, Recife/PE

📱 Telefone/WhatsApp: (81) 99327-0018

🏃 Circuito MDR retorna ao Recife com provas de 5K e 10K e expectativa de reunir milhares de corredores



🌊 Depois de reunir cerca de cinco mil participantes em sua estreia na capital pernambucana, o Circuito MDR volta ao Recife para mais uma etapa que promete movimentar a orla de Boa Viagem. Marcado para o dia 29 de novembro, o evento traz percursos de 5 quilômetros e 10 quilômetros, mantendo a proposta de atrair tanto corredores iniciantes quanto atletas mais experientes. A largada e a chegada acontecerão na altura do Parque Dona Lindu, um dos principais cartões-postais da cidade.

🏅 Inspirado na experiência da Maratona do Rio, o Circuito MDR busca oferecer mais do que uma competição esportiva. Segundo a organização, o diferencial está na combinação entre uma prova acessível, realizada em percurso predominantemente plano, e uma programação de entretenimento pensada para corredores, familiares e público em geral. A expectativa é repetir o sucesso da edição anterior e consolidar Recife como uma das etapas mais importantes do circuito nacional.

🎶 Uma das novidades deste ano será a arena de pós-prova, que contará com show gratuito ao ar livre, ativações de patrocinadores, espaços instagramáveis e áreas de convivência. A iniciativa amplia a experiência do evento e transforma a corrida em uma grande celebração do esporte e da qualidade de vida. A programação será aberta também para quem desejar acompanhar a competição sem participar das provas.

⏰ Para garantir mais conforto aos atletas diante das condições climáticas, a largada das provas de 5K e 10K foi antecipada para as 5h. As distâncias foram planejadas para atender diferentes níveis de preparação física, com idade mínima de 14 anos para os 5 quilômetros e 16 anos para os 10 quilômetros. O regulamento também prevê benefícios para pessoas com deficiência e categorias específicas para atletas com mais de 60 anos.

🏃‍♀️ As inscrições estão abertas e seguem no segundo lote, com valores a partir de R$ 165, além da taxa de serviço. O Circuito MDR integra o calendário oficial da Maratona do Rio e conta com apoio de grandes marcas nacionais. A proposta é levar para diferentes cidades brasileiras a atmosfera de um dos maiores eventos de corrida de rua da América Latina, incentivando a prática esportiva e promovendo experiências memoráveis para os participantes.

📸 Foto: (Nome do Fotógrafo)

Serviço

Circuito MDR Recife 2026

📅 Data: 29 de novembro de 2026

📍 Local: Parque Dona Lindu, Avenida Boa Viagem, Recife/PE

🏃 Distâncias: 5K e 10K

⏰ Largada: 5h

👥 Idade mínima:
5K: 14 anos
10K: 16 anos

💳 Inscrições: abertas pela plataforma GoDream

💰 Valor: a partir de R$ 165,00 + taxa de serviço de R$ 16,50

♿ PCD: 50% de desconto mediante documentação prevista no regulamento

📱 Instagram: @circuitomdr

🎷 Bluesy Trio embala noite de boa música e gastronomia no restaurante O Pátio



🎶 Os amantes da boa música têm encontro marcado nesta sexta-feira, 9 de outubro, no restaurante O Pátio Café e Cozinha. A casa recebe mais uma edição do projeto “Boa Mesa, Boa Música”, que desta vez apresenta o Bluesy Trio em uma noite dedicada à música ao vivo, reunindo repertório sofisticado e ambiente acolhedor para quem deseja unir gastronomia e entretenimento.

🎤 Com formação marcada por influências do blues, jazz e da música popular, o Bluesy Trio promete uma apresentação repleta de interpretações envolventes e arranjos especiais. O projeto busca proporcionar experiências musicais intimistas, valorizando a proximidade entre artistas e público em um ambiente especialmente preparado para receber apreciadores da boa música.

🍷 O evento integra a programação cultural do O Pátio Café e Cozinha, espaço que vem investindo em experiências que unem arte, gastronomia e convivialidade. A proposta é transformar o jantar em uma experiência completa, onde a música se torna parte fundamental do encontro entre amigos, familiares e admiradores da cultura musical.

✨ Além de apreciar a apresentação do trio, o público poderá desfrutar do cardápio da casa em uma atmosfera elegante e descontraída. A iniciativa reforça a tendência de espaços gastronômicos que apostam em atrações culturais para tornar a experiência dos clientes ainda mais agradável e memorável.

🎵 Com um repertório cuidadosamente selecionado e a proposta de criar uma noite de boa música em um ambiente acolhedor, o Bluesy Trio promete uma apresentação especial para quem busca cultura, entretenimento e momentos de descontração.

📸 Foto: Divulgação

Serviço

Evento: Boa Mesa, Boa Música

Atração: Bluesy Trio

Data: 9 de outubro

Horário: 20h (Agora!)

Local: O Pátio Café e Cozinha

Informações: Consulte as redes sociais do estabelecimento para reservas e detalhes do evento.

🎷 Bluesy Trio embala noite de boa música e gastronomia no restaurante O Pátio



🎶 Os amantes da boa música têm encontro marcado nesta sexta-feira, 9 de outubro, no restaurante O Pátio Café e Cozinha. A casa recebe mais uma edição do projeto “Boa Mesa, Boa Música”, que desta vez apresenta o Bluesy Trio em uma noite dedicada à música ao vivo, reunindo repertório sofisticado e ambiente acolhedor para quem deseja unir gastronomia e entretenimento.

🎤 Com formação marcada por influências do blues, jazz e da música popular, o Bluesy Trio promete uma apresentação repleta de interpretações envolventes e arranjos especiais. O projeto busca proporcionar experiências musicais intimistas, valorizando a proximidade entre artistas e público em um ambiente especialmente preparado para receber apreciadores da boa música.

🍷 O evento integra a programação cultural do O Pátio Café e Cozinha, espaço que vem investindo em experiências que unem arte, gastronomia e convivialidade. A proposta é transformar o jantar em uma experiência completa, onde a música se torna parte fundamental do encontro entre amigos, familiares e admiradores da cultura musical.

✨ Além de apreciar a apresentação do trio, o público poderá desfrutar do cardápio da casa em uma atmosfera elegante e descontraída. A iniciativa reforça a tendência de espaços gastronômicos que apostam em atrações culturais para tornar a experiência dos clientes ainda mais agradável e memorável.

🎵 Com um repertório cuidadosamente selecionado e a proposta de criar uma noite de boa música em um ambiente acolhedor, o Bluesy Trio promete uma apresentação especial para quem busca cultura, entretenimento e momentos de descontração.

📸 Foto: Divulgação

Serviço

Evento: Boa Mesa, Boa Música

Atração: Bluesy Trio

Data: 9 de outubro

Horário: 20h (Agora!)

Local: O Pátio Café e Cozinha

Informações: Consulte as redes sociais do estabelecimento para reservas e detalhes do evento.

🎵 Geraldo Maia homenageia Gilberto Gil em show especial no Recife



🎤 O cantor e compositor Geraldo Maia sobe ao palco nesta sexta-feira, 9 de outubro, para apresentar o show “Canta Gilberto Gil”, um tributo dedicado à obra de um dos maiores nomes da música popular brasileira. A apresentação acontece no Espaço Tô em Casa, no Recife, e promete conduzir o público por uma viagem musical através de clássicos que marcaram a trajetória do artista baiano e ajudaram a transformar a cultura brasileira.

🎶 Ao lado do músico Renato Bandeira, Geraldo Maia interpreta canções que atravessam gerações e refletem a diversidade musical característica de Gilberto Gil. O repertório deve reunir músicas que dialogam com temas como identidade, liberdade, amor, espiritualidade e brasilidade, elementos presentes ao longo da carreira de um dos principais expoentes da MPB.

🌿 Conhecido por seu trabalho autoral e por sua conexão com a música popular brasileira, Geraldo Maia leva ao palco uma leitura sensível e particular da obra de Gil. A proposta do espetáculo é criar um ambiente intimista, aproximando artistas e público em uma experiência marcada pela valorização da música brasileira e pela celebração de um repertório que permanece atual e influente.

✨ O show integra a programação cultural do Espaço Tô em Casa, local que vem se consolidando como ponto de encontro para apresentações musicais, encontros artísticos e experiências voltadas à cultura. A expectativa é reunir admiradores da MPB e da obra de Gilberto Gil em uma noite de celebração à música e à poesia.

🎼 Com interpretação, sensibilidade e respeito à riqueza da obra do homenageado, Geraldo Maia promete uma apresentação especial para quem deseja reviver sucessos que ajudaram a construir a história da música brasileira.

📸 Foto: Divulgação 

Serviço

Show: Geraldo Maia canta Gilberto Gil

Participação: Renato Bandeira

Data: 9 de outubro

Horário: 20h (agora!!!)

Local: Espaço Tô em Casa

Reservas: (81) 99356-5974

Endereço: Recife/PE.

🎵 Legado eterno da Jovem Guarda: Ronaldo Corrêa, dos Golden Boys, celebra 68 anos de carreira e emociona com histórias de ouro

 


🎤 Ícone absoluto da música brasileira, Ronaldo Corrêa carrega no sobrenome e na voz a essência de uma das famílias mais talentosas do Brasil, integrando a lendária linhagem que também revelou o Trio Esperança e a cantora Evinha, além de construir uma trajetória inesquecível ao lado dos irmãos no grupo vocal Golden Boys. Nascido no Rio de Janeiro, o artista ajudou a moldar o estilo doo-wop nacional e a revolucionar a era de ouro da Jovem Guarda, eternizando harmonias vocais perfeitas que marcaram a cultura do País.

🎶 Ativo aos 84 anos e celebrando impressionantes 68 anos de dedicação à arte, o músico segue colecionando momentos históricos, composições consagradas na voz do Rei Roberto Carlos e parcerias inestimáveis com vários artistas. Com passagens marcantes por programas de auditório e festivais, o grupo expandiu fronteiras e influenciou gerações de intérpretes. Além do sucesso com os irmãos que também marcou a história da nossa música, Ronaldo imprimiu sua marca autoral em clássicos absolutos gravados por grandes nomes. Suas letras e arranjos tornaram-se trilha sonora oficial de novelas e filmes, consagrando-se como verdadeiros hinos do romantismo popular brasileiro.

✨Recentemente homenageado na França e nos Estados Unidos, em plena Broadway, Corrêa prova que a paixão pela música não tem idade, lotando casas de espetáculo com seu projeto solo e mantendo viva a chama de um repertório inesquecível. A comemoração de sua trajetória e de seus prêmios internacionais reforça o vigor de quem continua no topo de sua arte. Entre recordações emocionantes, o carinho eterno dos fãs e novidades inspiradoras como sua futura biografia e projetos audiovisuais, Ronaldo reafirma seu lugar definitivo no panteão da Música Popular Brasileira, provando que o talento verdadeiro jamais envelhece.

🎵 Além disso, o artista vive uma fase imensamente feliz da sua vida, não apenas na música, mas no amor também, ao lado de sua mulher, a atriz e apresentadora Malu Maciel, a quem conheceu durante uma entrevista. "Após entrevistá-lo percebi que ele me observava muito e então me peguei pensando nele. Agora que estamos juntos, é tempo de aproveitarmos a vida", afirma a apresentadora. Que tal acompanhar a entrevista exclusiva que fizemos com o artista?

Com a mulher, a apresentadora e atriz Malu Maciel



📸 Fotos: Arquivo Pessoal


Ronaldo, o senhor faz parte de uma das famílias mais musicais do Brasil. Como a música entrou na sua vida e qual foi a influência dos seus irmãos na sua formação artística?

Tudo começou na Escola Ferreira Viana, aqui no Rio, onde estudavam eu, meus irmãos Roberto e Renato, além do nosso amigo Waldir, que a gente chamava de primo por consideração. E nessa escola, a gente entrava de manhã e saía no final da tarde. Foi ali onde a gente fez junto as aulas de música  e decidiu formar um grupo. 

O meu pai ajudou muito a gente, porque ele brincava de botar os filhos para cantar, e tinha um gongo, onde ele batia no gongo quando algum filho errava. Então a gente fazia uma brincadeira em casa, onde todos tinham que cantar, e tinha que cantar direitinho, porque quando errava, levava um gongo. E isso incentivou todos da família a querer cantar. A gente já era assim, criança, cantor. Já éramos cantores desde crianças.



Os Golden Boys marcaram gerações. Qual foi o momento mais emocionante ou decisivo na história do grupo? 

Um momento emocionante, e com certeza bem decisivo foi quando nós ganhamos num concurso de rádio — ainda muitos jovenzinhos, ainda não éramos famosos. Nós queríamos muito ter um violão e não tínhamos dinheiro para comprá-lo. Então nós participamos de um concurso de rádio para poder ganhar esse violão, e nós ganhamos o violão. Só que por que foi tão decisivo esse momento? Porque depois de ganhar o concurso, nós ficamos famosos. Foi quando nós começamos a aparecer na rádio, na televisão direto. Então, nós ficamos famosos graças a esse concurso. Então, existem nós antes do concurso e depois do concurso. Foi o que levou a gente para a fama.

Cena do filme "Adorável Trapalhão" - Música "Aquela Garota"

O senhor viveu de perto a era da Jovem Guarda. Que lembranças guarda daquele período tão importante para a música brasileira? 

O que eu guardei no meu coração foi as amizades dessa época, né? Eu era muito amigo do Erasmo Carlos, eu de vez em quando vejo a foto e choro ainda, sai lágrima dos olhos. Eu reencontrei o Roberto Carlos agora, esse mês agora passado, em agosto, e foi emocionante também. A Wanderléia, quando eu estreei agora o show "Golden Boys com o Ronaldo e sua banda", então a Wanderléa veio lá de São Paulo para estar comigo na estreia do show "Golden Boys com o Ronaldo e sua banda", sabe? Foi muito legal. Então as pessoas, a Martinha, enfim... Várias pessoas que trabalharam com a gente nessa época da Jovem Guarda foi o que eu guardei, as amizades, a lembrança das pessoas. Eu acho que as pessoas que trabalharam na Jovem Guarda foram o maior presente na minha vida.

Discoteca do Chacrinha - Música: "Fumacê"


Como surgiu a paixão pela composição? 

Os filhos — porque não sou só eu que sou compositor, o Renato também escreveu muita música, o Roberto, enfim —, já nasceu com a gente. Isso já nasceu com a gente. E tem uma história muito bonita que a nossa mãe, a Dona Nazaré, quando estava grávida do primeiro filho, ela pediu a Deus: "Ai, meu Deus, eu tô grávida. Eu queria tanto que fosse cantor. Tomara que um dos meus filhos... Eu vou ter filhos, né? Eu tô grávida do primeiro. Tomara que um deles seja um cantor. Um cantor famoso... Ah... É meu sonho... Tomara que seja..." E ela pediu aquilo com tanta fé para Deus... E na Bíblia está escrito que tudo o que você pede com fé e Deus aprova, Ele multiplica por sete... E ela teve sete filhos cantores... Todos famosos e todos de sucesso. É uma história verídica... Muito bonita... Então a resposta é: eu já nasci com esse dom de cantar bem e de compor. E a gente acredita que graças às orações da mãe, que a mãe pediu isso a Deus, nós somos todos bem dotados, eu diria assim.

Não Precisas Chorar - Golden Boys


"Não Precisas Chorar" tornou-se um clássico da música brasileira. Como nasceu essa canção e o que ela representa para o senhor hoje? 

Essa canção é muito especial porque foi uma canção que eu escrevi e que o Roberto Carlos gravou. E que fez muito sucesso no ano de 1965. Então foi um presente na minha vida. Pensou que coisa linda você escrever uma música e o maior cantor do Brasil, gravar e virar um sucesso? Isso é uma maravilha. Um presente, realmente foi um presente o que aconteceu.



Ao longo da carreira, suas músicas foram gravadas por grandes artistas. Existe alguma interpretação que o tenha emocionado de forma especial? 

Sim, em 1968 eu escrevi uma música para o filme "Juventude e Ternura". Esse filme foi o primeiro filme colorido a existir, e quem gravou essa música foi a Wanderléa. E com aquela voz linda, ela maravilhosa, uma pessoa incrível, gravou, foi sucesso. E depois essa música foi também sucesso como abertura da novela... É que reprisou agora há pouco tempo, como é que chamava? Com a Regina Duarte... "Rainha da Sucata"! Lembrei, a novela se chamava Rainha da Sucata. Então essa música na voz da Wanderléia me emocionou e sempre me emocionou. Inclusive é o meu carro-chefe até hoje.

Com o apresentador George Roberts



Recentemente o senhor foi homenageado internacionalmente. O que significa receber reconhecimentos e premiações depois de tantos anos dedicados à música? 

Então, eu recebi em maio lá na França, na Riviera Francesa, um prêmio maravilhoso pelos meus 68 anos de carreira, e também eu estou completando esse ano, 84 anos de idade e super bem de saúde graças a Deus... Então esse prêmio que eu consegui aos 84 anos e 68 anos de carreira foi muito especial para mim. 

Como se não bastasse, eu também fui indicado para um prêmio na Broadway. Eu recebi um prêmio das mãos do George Roberts, que é um apresentador maravilhoso, brasileiro, que mora lá nos Estados Unidos, que faz um trabalho incrível, dono de um podcast também, muito legal. E esse cara, o George Roberts, que entregou o prêmio para mim, ele é afilhado da incrível artista Dhu Moraes, atriz e cantora das Frenéticas, madrinha do nosso casamento, eu com a Malu... Yuhuu! Foi nossa madrinha de casamento e ela também é madrinha do George Roberts, e nós não conhecíamos o George Roberts! Das maravilhosas coincidências da vida!

O prêmio foi dado a mim dentro do Hard Rock Café, no Times Square, em plena Broadway, Nova York! E foi maravilhoso. Eu fiquei muito emocionado. Foi muito legal. E sobre o que eu sinto depois de tantos anos recebendo prêmios, eu nunca imaginei que nessa idade... O que eu sempre falo é que eu achei que nessa fase da vida eu estaria quietinho em casa, aposentado, vendo televisão... na cama direto, né, meu amor? É verdade! Então eu falo que eu nunca imaginei que eu estaria cantando como eu estou cantando hoje em dia. Eu nunca imaginei que estaria fazendo shows sem meus irmãos... Ainda assim, continuando a fazer sucesso.

Porque hoje em dia, eu tenho o show "Golden Boys com Ronaldo e sua banda". Eu sempre fui líder, mas agora sou eu com a minha banda. Eu nunca imaginei que depois de velhinho — eu acho que eu tô velhinho, mas Malu fica aqui dizendo que eu não tô velhinho não... Hahahahahaha — eu nunca imaginei que depois de velhinho estaria recebendo esses prêmios e fazendo sucesso, o que me deixa muito feliz.

Golden Boys canta "Eu Bebo Sim" na TV Globo

Quando olha para sua trajetória, quais conquistas considera mais importantes: os sucessos, as composições, os prêmios ou o carinho do público?

O carinho do público. Porque eu acho que sem ter esse carinho do público, eu não seria tão feliz. Não adianta você ter sucesso, ter tudo e não ter o amor, o carinho. Eu acho que isso é o maior retorno que um cantor possa ter. 


Atualmente o senhor lidera o projeto "Golden Boys com Ronaldo e Sua Banda". Como tem sido manter vivo esse legado?

Realmente a gente vê lotar, todos os shows estão sempre cheios, mas assim, tá cheio de pessoas realmente acima dos 60. É o meu público, sabe? E a gente fica muito feliz de ver esse público tão fiel. Que ama, que continua seguindo, que continua indo, que aprende a usar a internet, que entra nas minhas redes sociais. É muito legal ver esse carinho. Então é um público mais antigo. É um público véio. Mas é um público muito querido e eu vejo o sucesso que eu faço. É incrível de ver, é muito bonito de ver. E eu fico muito feliz de ver a fidelidade desse público depois de tantos anos.


Quais são os seus projetos para o futuro e o que o público ainda pode esperar de Ronaldo Corrêa nos próximos anos? 

Então, minha querida, nós temos várias novidades, há muitas surpresas vindo por aí. Muita coisa boa assim, tem shows vindo por aí, de maneiras diferentes, em lugares diferentes que a gente não pode revelar. Enfim, tem muita coisa boa vindo por aí. Uma das coisas que eu posso dizer, porque essa a gente já anunciou, é que está sendo escrito um livro sobre a história da minha vida, uma biografia está sendo escrita. E nós pretendemos fazer dessa biografia talvez uma peça de teatro, talvez um filme. Enfim, tem muita coisa muito bonita vindo por aí. O meu nome não vai passar em vão, isso eu posso te garantir!

🌎🇧🇷 Diálogos Globais A Partir da Suíça: O Legado e a Inspiração do Fórum Internacional SABE


A jornada de 35 dias da primeira edição do Fórum Internacional SABE - Saúde, Autocuidado e Bem-Estar— realizado pela Revista Brasil Conexão Europa (RBCE Network), com sede em Genebra, Suíça — representou muito mais do que a cobertura de um grandioso evento internacional: traduziu-se em uma verdadeira experiência de expansão de horizontes, conexão humana e transformação intelectual. Inclusive para nós.

Idealizado e coordenado com brilhantismo pela escritora Linia Brandt, o Fórum estruturou-se sobre eixos fundamentais como Conexão, Ciência, Inovação, Autocuidado, Bem-Estar e Longevidade, guiando-nos por trilhas profundas de aprendizado e cuidado.

Eu, Taciana, atuei diretamente como Social Media dessa primeira edição ao longo desses 35 dias intensos. E o período foi de imensa aprendizagem e crescimento, tanto na área técnica quanto no aspecto pessoal, ao ser impactada pelos temas e pelas palestras.

Estar participando da divulgação, sob a coordenação de Linia Brandt, exigiu não apenas o domínio das estratégias digitais, mas uma imersão diária e sensível nos temas debatidos — saúde, literatura, bem-estar, autocuidado e qualidade de vida. Cada postagem, cada eixo e cada conexão transmitida reforçaram a nossa convicção de que comunicar propósitos transformadores exige escuta atenta e envolvimento genuíno.

A cobertura e divulgação desse importante evento internacional no Blog Taís Paranhos foi motivo de profunda honra. Mantendo a essência de um veículo radicado em Recife/Pernambuco/Brasil, mas sempre sintonizado com os grandes movimentos do planeta.

Acompanhar o ligamento dessas pontes que atravessam continentes permitiu aproximar o nosso público de discussões vanguardistas sobre a longevidade, a ciência e a inovação humana, provando que o diálogo cultural e intelectual não conhece fronteiras geográficas.

O encerramento oficial do Fórum Internacional SABE deixa um legado inestimável de reflexões e práticas voltadas para o bem-estar coletivo. Assinarmos esse artigo conjuntamente é celebrar a coroação de um trabalho dedicado à difusão de conhecimento com excelência.

Que as sementes plantadas por Linia Brandt e por toda a rede internacional de especialistas continuem a frutificar, inspirando-nos a novas formas de cuidar de nós mesmas, do outro e do mundo. Até a próxima edição, Fórum SABE!

Taciana Paranhos
Social Media - SABE

Taís Paranhos
Jornalista e CEO - Blog Taís Paranhos


✨ A Magia Subversiva do Vivencial está retratada em nova obra literária



📖 O jornalista e pesquisador Márcio Bastos mergulha fundo na história do icônico grupo teatral pernambucano Vivencial Diversiones para lançar a obra "Lantejoulas no Mangue: Teatro e desbunde do Vivencial", que integra a prestigiada coleção "Nossas Histórias" da Editora Autêntica. A pesquisa reconstrói com sensibilidade e rigor a trajetória de um dos coletivos mais transgressores e livres da cena artística brasileira das décadas de 1970 e 1980. Nascido em meio aos rigores e à forte vigilância da ditadura militar, o grupo transformou o improviso, o deboche, a alegria e a dissidência política em ferramentas vitais de resistência afetiva e cultural. Através de entrevistas exclusivas com as fundadoras, os fundadores e as chamadas "vivecas", além de farto material de arquivo, o livro recupera memórias preciosas que desafiaram a moral conservadora da época. A publicação consagra-se como um marco fundamental para a preservação e valorização da memória LGBTQIAPN+ e da cultura pernambucana.

🌍 O lançamento oficial e o bate-papo imperdível com o autor Márcio Bastos e o editor Schneider Carpeggiani acontecem amanhã, dia 10 de outubro,  às 14h. O evento de estreia será realizado no Museu de Arte Contemporânea (MAC), situado na Rua 13 de Maio, número 149, no bairro do Varadouro, dentro do Sítio Histórico de Olinda, em Pernambuco. Esta atividade inaugural abre uma intensa agenda de lançamentos presenciais planejada para o final de 2026. O cronograma prevê passagens por Recife em 13 de outubro e Caruaru em 16 de outubro. Em seguida, a turnê chega ao Sudeste e Centro-Sul com eventos no Rio de Janeiro em 1º de dezembro, em São Paulo no dia 4 de dezembro e em Belo Horizonte em 9 de dezembro de 2026. Mais informações detalhadas podem ser conferidas em breve, com a pré-venda já ativa no site da Editora Autêntica e nas principais plataformas digitais.

🎭 O livro revela como o Vivencial transformou a paisagem cultural do Nordeste ao criar um espaço pioneiro de acolhimento, visibilidade e liberdade para a comunidade queer através do célebre café-concerto Vivencial Diversiones. A narrativa detalha o cotidiano de um grupo que desafiou a censura e as convenções sociais de sua época, dialogando de forma intensa com o cinema, a literatura, as artes visuais e a música daquela geração. Márcio Bastos destaca em sua pesquisa a coragem de artistas marginalizados que utilizavam a criatividade e a irreverência como principais recursos, construindo um legado artístico inestimável cujos ecos reverberam fortemente nas artes cênicas contemporâneas de Pernambuco.

📸 Foto: Gabriel Mesgo


🎤 Entrevista com Márcio Bastos

1. Em que momento você percebeu que a história do Vivencial Diversiones precisava virar um livro, e não apenas uma pesquisa acadêmica ou jornalística?

"Lantejoulas no mangue" faz parte da coleção "Nossas Histórias", da Autêntica, que busca recuperar e celebrar acontecimentos marcantes para a memória LGBTQIAPN+ brasileira. Fico muito feliz que o Vivencial tenha sido escolhido como um exemplo dessa junção de luta, resistência e festa, pois a trajetória do grupo é importante em diferentes aspectos, que é o que busquei abordar no livro.
Acho muito difícil entrar em contato com a história do Vivencial e não se encantar. Tanto que, principalmente nos últimos anos, o grupo has sido revisitado em diferentes pesquisas e obras de arte, como o filme "Tatuagem". Quando iniciei minha carreira jornalística, em 2011, por coincidência, foi publicado o livro "Transgressão em 3 atos: nos abismos do Vivencial", de Alexandre Figueirôa, Claudio Bezerra e Stella Maris Saldanha. Foi, inclusive, uma das fontes de pesquisa para o meu trabalho.
Com "Lantejoulas no mangue", busquei ir atrás não só dos grandes fatos relacionados ao grupo, mas também de histórias dos integrantes, do Recife e de Olinda e da comunidade LGBTQIAPN+, estabelecendo relações que mostram como o Vivencial foi influenciado por seu tempo, mas também ajudou a transformá-lo e a moldar as décadas seguintes, tanto no teatro quanto no que diz respeito à visibilidade da população queer.

2. O que mais te surpreendeu quando começou a investigar o grupo e descobriu aspectos que não apareciam nas narrativas já conhecidas sobre o Vivencial?

O que mais me impressionou foi, de fato, o pioneirismo do Vivencial nas questões de sexualidade e gênero no âmbito cultural de Pernambuco. Os espetáculos e práticas do grupo ajudaram a abrir discussões que iam além dos ciclos da cultura. Com o café-concerto Vivencial Diversiones, que abriram no Complexo de Salgadinho, conseguiram construir um ecossistema de segurança e liberdade para pessoas LGBTQIAPN+, em um momento em que a própria ideia de comunidade para as dissidências começava a se fortalecer no Brasil. Em muitos aspectos, o Vivencial foi um dos grandes responsáveis pelo início de uma noite queer em Pernambuco.
Fiquei impressionado, também, com a forte presença do Vivencial na vida cultural de Pernambuco nas décadas de 1970 e 1980. Ao analisar os jornais da época, se percebe como o coletivo estava praticamente toda semana em evidência por quase dez anos. A ousadia do grupo não estava só no discurso, mas em todas as práticas dos seus integrantes. Era realmente um modo de vida transgressor, que abraçava as diferenças mesmo diante de toda a repressão da ditadura militar. É surpreendente perceber como o Vivencial foi ativo nas mais diversas frentes, dialogando não só com o pessoal do teatro, mas do cinema, da literatura, das artes visuais e da música. Eles eram, também, agitadores culturais e ajudaram a provocar muitos debates, entre eles os das questões de sexualidade e gênero.

3. Como foi o processo de localizar personagens, documentos, fotografias e testemunhos de uma experiência artística que se desenrolou há tantas décadas?

Meu livro anterior, "Pernalonga: uma sinfonia inacabada" (Cepe Editora) abriu muitas portas. Como se tratava de um perfil biográfico de um dos membros do Vivencial, cheguei há muitos deles já em 2022, quando comecei a apuração e escrita. Desde então, mantive contato com as vivecas, como eram chamados os integrantes do grupo. Em 2024, quando ainda nem havia ideia de escrever um livro sobre o Vivencial, organizamos uma festa para celebrar os 50 anos do grupo. Creio que por terem percebido a seriedade do trabalho, tiveram mais facilidade em compartilhar comigo suas memórias e arquivos. Além disso, tive acesso a novos materiais, o que foi ótimo, desde documentos como cartas até fotografias. E, mais uma vez, a Hemeroteca Digital Brasileira e o Arquivo Público de Pernambuco foram essenciais para a pesquisa em publicações da época. Também preciso agradecer ao Diario de Pernambuco e ao Jornal do Commercio, que permitiram que eu acessasse seus arquivos e utilizasse trechos das matérias.

4. Ao trabalhar com memórias, você encontrou versões conflitantes dos mesmos acontecimentos? Como decidiu lidar com essas divergências na construção da narrativa?

Sim, isso aconteceu algumas vezes. No geral, isso ocorria pela distância dos fatos – datas que eram trocadas por uma fonte, o nome de um espetáculo ou uma pessoa que estava presente em um evento. Como jornalista, mantive o compromisso constante de apuração, checando tudo que era possível. Em alguns casos em que houve conflitos de narrativas, busquei confrontar as versões e chegar o mais próximo possível do fato. Quando isso não foi possível, coloquei as múltiplas versões, pois acho que, principalmente quando estamos lidando com a subjetividade do outro, há mais do que uma simples “verdade”. Ainda mais quando se trata de fatos ocorridos há tanto tempo.
Me sinto muito lisonjeado com a confiança das fontes em mim. Não é fácil abrir sua vida, tocar em fatos muitas vezes íntimos, dolorosos. Por isso, na apuração, tive o cuidado de me munir do máximo de informações, de uma pesquisa vasta, mas também deixar espaço para que as miudezas, os pequenos fatos, pudessem vir à tona. Desse processo, surgiram detalhes que me fizeram enxergar fatos e personagens de forma mais complexa.

5. O Vivencial floresceu em plena ditadura militar. O que sua pesquisa revelou sobre as formas de resistência política, afetiva e artística construídas pelo grupo naquele contexto?

O Vivencial estreou em 1974, dez anos após o golpe militar. Era um momento em que a repressão estava intensa e Pernambuco continuava sendo um dos epicentros dessa vigilância e violência por parte do Estado, pois, foi, desde o início, um dos locais de forte resistência ao regime. O grupo surge a partir do encontro de Guilherme Coelho, que estudava para ser monge no Mosteiro de São Bento, com jovens que faziam parte da Arma - Associação de Rapazes e Moças do Amparo, grupo que estava ligado à Igreja Católica. Mas, logo em Vivencial I, o primeiro espetáculo do grupo, fica claro que o grupo não queria amarras de nenhum tipo: faziam críticas ao Estado, à Igreja, à família tradicional e pregavam liberdade para a juventude, questionavam a misoginia, o racismo, a homofobia. Era extremamente progressista. Tanto que, logo foram denunciados.
Os embates com a Censura foram constantes. Muitos espetáculos tiveram cenas cortadas ou alteradas. Mas, malcriadas, as vivecas davam seu jeitinho para apresentar os trabalhos na íntegra ou pelo menos mostrar que houve intervenção, como quando passavam com uma tesoura gigante de um canto a outro do palco. Por outro lado, o grupo tinha uma posição tão anárquica, que muitas vezes os discursos passavam pois a Censura achava que era uma grande brincadeira, quase como se fossem alienados. Era uma percepção que alguns setores da esquerda também tinham, como se o Vivencial não fosse engajado o suficiente. Os conservadores, de forma ainda mais incisiva, viam o grupo como um perigo constante por subverter todas as regras do socialmente aceito.
Porém, acredito que a resistência do grupo e o enfrentamento à ditadura se deu em muitas frente: tanto no palco como também nos próprios corpos dos integrantes que confrontavam e cisheteronormatividade e ofereciam outras possibilidades de existir. Imagina o choque que era ver aquele coletivo tão heterogêneo, orgulhosamente dissidente, ocupando espaços nos jornais, nos principais teatros da cidade e, depois, abrindo sua própria sede? Era como um lembrete de que ser diferente era viável — ainda que não fosse fácil.

6. Houve alguma entrevista ou descoberta de arquivo que tenha mudado profundamente os rumos da pesquisa ou sua compreensão sobre o Vivencial?

Acho que mudado profundamente os rumos da pesquisa, não. Mas alguns depoimentos me ajudaram, de fato, a ampliar muito minha compreensão sobre o Vivencial. Por exemplo, conversando com Guilherme Coelho, um dos fundadores do grupo, soube detalhes da entrada dele no Mosteiro de São Bento. Nunca havia encontrado um relato detalhado sobre esse momento. Quando ele narrou o percurso até a Igreja, tudo fez mais sentido para mim: era um hippie, um libertário, que queria virar monge não porque era um católico fervoroso, mas porque se interessava pelo senso de coletividade, pelos estudos, as artes, as pessoas. O pai dele era pai de santo. Havia um sincretismo total. Ou seja, totalmente a ver com o espírito do Vivencial. Ou ainda como quando durante conversa com Américo Barreto, também um dos fundadores, e Fabio Costa, soube mais detalhes sobre o primeiro espetáculo, sobre a construção do Diversiones, a chegada de alguns membros. Enfim, cada entrevistado me trazia uma perspectiva muito enriquecedora, que só fortalecia a pluralidade dessa história. Foram conversas muito reveladoras, que explicitaram que o espírito anárquico do grupo não era só uma escolha estética, mas uma prática de vida que alguns mantêm até hoje. Toda entrevista com as vivecas e seus contemporâneos continha um detalhe que me encantou e ajudou a ter uma dimensão mais concreta do que o grupo significou.

7. O título Lantejoulas no Mangue carrega uma imagem muito poderosa. Como ele surgiu e de que maneira sintetiza o espírito do grupo e da época retratada?

O título surgiu depois de quebrarmos muito a cabeça em busca de uma imagem que capturasse a complexidade do Vivencial. Por muito tempo, íamos chamar o livro de “A casa das vivecas”, para dar o destaque ao Vivencial Diversiones e, também, uma referência à peça “Uma casa de Bonecas”, de Henrik Ibsen. Um dia, sugeri ao editor, Schneider Carpeggiani, que poderíamos chamar de “Purpurina no Mangue” pois me veio na cabeça essa ideia de um fim de noite no Diversiones, e os rastros que ficariam dessa exuberância em meio a uma área pobre. Ele adorou e, depois de conversar com o coordenador da coleção, Renan Quinalha, me disse: “Todos adoraram a ideia de ‘Lantejoulas no Mangue’”. Sem perceber, ele mudou de purpurina para lantejoulas e, na hora, tivemos certeza que era a imagem perfeita. As lantejoulas eram ornamentos muito usados na década de 1970, eram brilhosas, bonitas e acessíveis. Fazem parte, também, de um imaginário estético da comunidade LGBTQIAPN+. Estão na ordem do possível e, ao mesmo tempo, do imaginado, da transformação a partir do brilho, como o Vivencial fez. O título, então, traz essa imagem tão poderosa para representar esse bando de jovens das mais variadas origens, existindo dentro de uma ditadura militar, que resolvem usar a alegria, o desejo e a arte para criar uma utopia. E que lugar mais propício para colocar isso em prática do que em um ecossistema que é área de transição, riquíssima para a criação de vida?

8. Que desafios você enfrentou para reconstruir uma história LGBTQIA+ que, em muitos momentos, ficou fora dos registros oficiais e foi preservada principalmente pela memória de seus protagonistas?

Quando tratamos de memórias de grupos socialmente minorizados, nos deparamos com um retrato muito cruel nos principais veículos de comunicação. Nos jornais, as representações de dissidentes de sexualidade e gênero eram muito violentas. No entanto, também ofereciam brechas para percebermos como a resistência sempre esteve presente. Apesar de toda a perseguição, pessoas queer lutavam por seu direito de existir e criavam seus espaços de sociabilidade e afetividade, em público (ainda que em lugares pouco iluminados) e privados. Daí a importância de lutarmos pela preservação dos arquivos e também de ouvirmos os testemunhos de quem esteve lá.
Os depoimentos das vivecas e seus contemporâneos foram essenciais para reconstruir não só a história do grupo, mas para entender a sociedade da época. Também reforço a relevância dos arquivos pessoais para as pesquisas: fotos, cartas, documentos. Muitas vezes as pessoas acham que não têm valor e se desfazem dessa memória que está guardada em suas casas. Que são de suas vidas, mas também atravessam a de tantos outros. Muitos materiais sobre o Vivencial foram perdidos ao longo das décadas.

9. Depois de anos mergulhado nesse universo, qual você considera ser o principal legado do Vivencial para a cultura pernambucana, para o teatro brasileiro e para as novas gerações de artistas?

Para mim, o principal legado do Vivencial é o da audácia. Este grupo formado por pessoas socialmente marginalizadas conseguiu não só ganhar os holofotes da cena cultural, mas também mostrou que se podia criar a partir de outros paradigmas, subvertendo lógicas estabelecidas por vários sistemas. Muitas inspirações se encontravam ali, do Teatro do Oprimido ao Tropicalismo, passando pela psicodelia pernambucana, a cultura popular, a disco music, a franguisse, a televisão… Era uma panela de pressão de referências que, às vezes, não se enquadravam em nada. As vivecas também não se importavam com a ideia de perfeição. Tinham compromisso com a arte, mas não a voltada para a sensibilidade burguesa (apesar de, olha que contradição, a classe média ser a principal frequentadora do Diversiones). Adoravam, claro, a beleza, mas não achavam que ela deveria estar acima da verdade – da verdade deles. Suas vivências, angústias e sonhos precisavam ser protagonistas e essa ânsia por dar voz às subjetividades dos oprimidos é de uma força imensa.
Durante a maior parte da sua existência, o Vivencial não fez dinheiro. Criava a partir dos restos, com a criatividade dos seus membros como grande recursos. E, acima de tudo, era um projeto pautado na coletividade. Em um momento tão individualista e capitalista quanto o que experiencamos agora, essa ideia de pertencimento e de solidariedade é poderosíssima. Estamos também diante de uma onda conservadora terrível, o que torna a ideia das vivecas ainda mais necessária. Eram pobres, achincalhadas, dissidentes, mas irremediavelmente ferinas e esperançosas. Não baixavam a cabeça. Também não tinham medo de arriscar e de flertar com o fracasso, o que é libertador e, particularly, me fascina.
E hoje é possível ver muitos ecos dessa experiência no teatro pernambucano. Uma das mais evidentes é “Cinderela - a história que a sua mãe não contou”, maior fenômeno dos nossos palcos, que é uma dramaturgia escrita por Henrique Celibi, um dos membros do Vivencial, e que se apropria da caricatice, do humor escrachado e ácido e de uma simplicidade da encenação que marcou tanto o Diversiones.

10. Olhando para a trajetória da pesquisa até a publicação do livro, o que essa jornada transformou em você como pesquisador, jornalista e também como alguém que passou a conviver tão intensamente com essas memórias?

Ainda está me transformando. Quando paro para refletir sobre meu fazer como jornalista, penso que o maior aprendizado é o da escuta. Estou há 15 anos ouvindo histórias e tentando contá-las de forma justa e sensível. Em um trabalho como “Lantejoulas no Mangue”, esse processo se torna ainda mais desafiador porque não existe uma versão, um começo, meio e fim. Não existe um dono da história do Vivencial. Por isso, cada entrevista ampliava esse mosaico. Era mais uma lantejoula colada para produzir uma obra que chegue perto de capturar a beleza e as contradições de uma experiência tão radical.
Entender o tempo do outro, os limites, é um exercício contínuo de alteridade, de paciência e também de humildade. Às vezes, uma entrevista rendia muito pouco, mas era importante para o entrevistado ser ouvido. É preciso empenho na valorização da memória, ainda mais daqueles que foram tão silenciados por tanto tempo, como nós, LGBTQIAPN+. O trabalho dos jornalistas, dos pesquisadores e historiadores é um diálogo constante entre passado, presente e futuro.
O processo também ajudou a reforçar em mim o gosto por contar histórias. Fui incentivado pelo meu editor, Schneider Carpeggiani, e pelo coordenador da coleção, Renan Quinalha, dois grandes parceiros nesse processo, a pensar a narrativa sempre de uma forma mais ampla, entendendo-a como parte de uma história maior. Foi um desafio constante não me perder (muito). Sinto que terminei o livro, mas não a pesquisa. As vivecas seguem comigo.

Pergunta bônus:
Depois da publicação de Lantejoulas no Mangue, quais histórias, personagens ou questões sobre o Vivencial você acredita que ainda merecem ser investigados por futuras pesquisas?

Acredito que o Vivencial é uma fonte inesgotável para pesquisas. Gostaria de ver perfis mais detalhados sobre cada integrante, como aconteceu com Pernalonga, no meu livro anterior. São histórias fascinantes de pessoas que até hoje contribuem com a nossa cena artística. Também acho interessantíssimo pensar um recorte específico sobre a presença de pessoas trans no Diversiones, como o espaço foi importante para a visibilidade da comunidade, e como ela se expandiu desde então.


🧵 Círculo de Mulheres Fiandeiras promove noite de acolhimento, partilha e conexão em Olinda


🌻 Mulheres em busca de um momento de conexão, escuta e fortalecimento coletivo têm um encontro marcado no próximo dia 17 de outubro, em Olinda. O Círculo de Mulheres Fiandeiras convida participantes para uma vivência voltada ao cuidado do corpo, da mente e do espírito, reunindo atividades que estimulam o acolhimento, a troca de experiências e o fortalecimento dos laços femininos em um ambiente de respeito e partilha.

✨ A proposta do encontro é criar um espaço seguro para que mulheres possam compartilhar vivências, refletir sobre suas trajetórias e fortalecer vínculos através da convivência coletiva. A programação contempla momentos de dança, partilha, práticas de cuidado e acolhimento, promovendo uma experiência de reconexão consigo mesma e com outras mulheres.

🌺 Inspirado na simbologia das mulheres fiandeiras, o círculo busca resgatar saberes ancestrais e valorizar a construção coletiva do conhecimento feminino. A iniciativa reforça a importância do apoio mútuo e da escuta ativa como ferramentas para o desenvolvimento pessoal, emocional e espiritual das participantes.

💫 Com o tema “Lembrar de morar uma dentro da outra”, o encontro propõe uma reflexão sobre pertencimento, empatia e fortalecimento das redes de apoio entre mulheres. A vivência pretende reunir participantes de diferentes histórias e experiências em uma atmosfera de respeito, troca e celebração da diversidade feminina.

🌙 Realizado no Solar de Ritinha, o evento promete uma noite dedicada ao autoconhecimento, à integração e ao fortalecimento das conexões humanas. A iniciativa reforça a importância de espaços voltados ao bem-estar e ao desenvolvimento integral das mulheres na sociedade contemporânea.

📸 Foto: Divulgação/Solar de Ritinha

Serviço

Evento: Círculo de Mulheres Fiandeiras

Tema: Corpo, mente e espírito

Data: 17 de outubro de 2026

Horário: 23h

Atividades: Dança, partilha, medicina e acolhimento

Local: Solar de Ritinha

Endereço: Rua Dr. Milton Pina, 954, Bultrins, Olinda/PE

Frase-tema: “Lembrar de morar uma dentro da outra”