terça-feira, 9 de junho de 2026
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🎉 Mucininho estreia no São João de Caruaru com Raphaela Santos e reforça inovação da Nestlé na nutrição infantil
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📣 Vida que segue: solidariedade em Caruaru impulsiona esperança na fila de transplantes
🟡 Raio de Sol leva brilho dos 30 anos ao YouTube e amplia acesso à cultura nordestina
🟩 🌱 Viver Agreste leva dignidade e autonomia à população idosa rural do Agreste pernambucano
🧪 Fiscalização em farmácias da RMR revela irregularidades e reforça proteção ao consumidor
🛒 Cesta básica sobe na RMR e pesa mais no bolso do consumidor
🌧️Chuvas variam entre fracas e moderadas em Pernambuco ao longo da semana
🌧️ A previsão da APAC indica que Pernambuco terá uma semana marcada por instabilidades, com volumes de chuva que variam entre fracos e moderados em diferentes regiões. A tendência mostra maior concentração de precipitações na faixa litorânea, especialmente entre a Região Metropolitana, Mata Norte e Mata Sul. Já o interior do estado apresenta um cenário mais seco, com dias consecutivos sem chuva no Sertão e no São Francisco.
🌦️ Para esta quarta-feira (10), a previsão aponta chuva moderada nas áreas da Mata e da Região Metropolitana, enquanto o Agreste deve registrar precipitação fraca. No Sertão, o tempo permanece firme. Na quinta (11), o padrão se repete, com redução gradual da intensidade ao longo do dia, mas ainda com instabilidade persistente no litoral.
🌧️ A sexta-feira (12) segue com chuva fraca a moderada na faixa litorânea, mantendo atenção para possíveis acumulados pontuais. No Agreste, a chuva tende a ser fraca, enquanto Sertão e São Francisco continuam sem registro de precipitação. Em Fernando de Noronha, a previsão também indica chuva fraca.
🌦️ No sábado (13), a instabilidade diminui, mas ainda há chance de chuva fraca na Região Metropolitana e na Mata Sul. As demais regiões permanecem sem chuva. Já no domingo (14), o tempo volta a ficar mais firme em praticamente todo o estado, com apenas chuva fraca prevista para Fernando de Noronha.
🌤️ A APAC reforça que as condições podem mudar ao longo do dia, especialmente nas áreas litorâneas, onde sistemas meteorológicos costumam atuar com maior variabilidade. A população deve acompanhar atualizações e ficar atenta a possíveis avisos emitidos pelo órgão.
📌 Informações de Serviço
- Órgão responsável: Agência Pernambucana de Águas e Clima (APAC)
- Atualização: 9 de junho de 2026, às 10h18
- Regiões monitoradas: Mata Norte, Região Metropolitana, Mata Sul, Agreste, Sertão, Sertão do São Francisco e Fernando de Noronha
- Recomendações: acompanhar boletins oficiais e evitar áreas de risco em caso de chuva intensa
📣 🎧 O Som Que Procura Casa: A Jornada de DJ Galamba Pela Noite Recifense
🩺 O Médico Mais Amado do Brasil Ganha Versão em Miniatura e Emociona a Web
📦 O urologista Dr. Rossi, conhecido pelo carisma e dedicação, recebeu um presente especial que movimentou as redes sociais. Uma loja artesanal confeccionou uma miniatura personalizada do médico carregando uma de suas marcas registradas. A réplica detalhada foi entregue em seu consultório e despertou reações de carinho tanto do profissional quanto de seus pacientes.
🎁 O presente foi enviado acompanhado de uma carta assinada por Jéssica e Vandana, que expressaram admiração pelo trabalho do especialista. Na mensagem, as criadoras destacaram a importância de abordar temas de saúde com leveza e bom humor. O gesto reforça como a relação entre profissionais de saúde e pacientes pode ser humanizada por meio do afeto.
👨⚕️ Ao desembalar a peça que carinhosamente chamou de Rossinho, o médico não escondeu o sorriso e agradeceu publicamente pela homenagem. A miniatura captura a fisionomia do urologista vestindo o tradicional jaleco branco de atendimento. Dr. Rossi garantiu que o presente ganhará um lugar de destaque em sua mesa de trabalho diária.
📸 Foto: @j2wkraftsloja
Serviço
* Produto: Miniaturas personalizadas em biscuit e artesanais.
* Onde Encontrar: Através do perfil oficial no Instagram da loja @j2wkraftsloja.
* Benefício: Seguidores que entrarem em contato por indicação do Dr. Rossi contam com descontos especiais nas encomendas.
📜 Amparo e Justiça: Nova Medida Protege Órfãos do Feminicídio
⚖️ Uma importante medida de utilidade pública passa a valer a partir de agora em todo o território nacional, trazendo um acento de dignidade e amparo para quem mais precisa. Os filhos e dependentes menores de mulheres vítimas de feminicídio poderão receber uma pensão especial paga pelo Governo Federal. Esse benefício, fixado no valor de um salário mínimo, será coordenado e liberado por meio do Instituto Nacional do Seguro Social.
💔 A nova legislação reconhece uma dura realidade que assola o país e destrói laços profundos: afinal, quando uma mulher é vítima de feminicídio, toda uma família e até a sociedade sofrem as consequências dessa violência brutal. Crianças e adolescentes perdem o sustento emocional e financeiro de forma abrupta, e o Estado agora assume o papel de garantir que a subsistência básica dessas vítimas colaterais não seja totalmente desamparada.
📲 Se você conhece alguém que possa ter direito a essa pensão essencial, é fundamental compartilhar essa informação para que o benefício chegue a quem de direito. O pedido pode ser realizado de forma simples, sem necessidade de deslocamentos burocráticos, diretamente pela internet através da plataforma digital "Meu INSS", ou então por meio de uma ligação telefônica para a central de atendimento no número 135.
📹 A delegada Tereza Nogueira explica tudo isso em vídeo.
📸 Foto: Reprodução Instagram Grupo Mulheres do Brasil
Informativo de Serviço:
* O que é: Pensão especial de um salário mínimo para filhos e dependentes de vítimas de feminicídio.
* Onde solicitar: Pela internet no aplicativo ou site "Meu INSS".
* Atendimento telefônico: Central do INSS pelo número 135.
* Público-alvo: Dependentes menores e filhos de mulheres vítimas de feminicídio.
segunda-feira, 8 de junho de 2026
🌟 Pirulla se recupera e fãs celebram um dos maiores divulgadores científicos do Brasil
🌧️ Chuva em Cena: Pernambuco Entra na Semana com Céu Carregado
domingo, 7 de junho de 2026
#SendoProsperidade com Mariângela Borba
Tudo evoluiu. Menos a inclusão
Por Mariângela Borba.
Recentemente participei de um dos maiores eventos sobre
futuro urbano, inovação, gestão pública e sustentabilidade do país. Durante
dias, ouvi especialistas discutindo Inteligência Artificial, transformação
digital, cidades inteligentes e novas tecnologias.
Tudo muito necessário.
Mas voltei para casa com uma inquietação.
Quem estamos deixando para trás nessa corrida?
Uma das palestras trouxe um estudo realizado pelo MIT que
analisou a forma como estudantes produziam textos utilizando Inteligência
Artificial, mecanismos de busca ou apenas seus próprios conhecimentos. Os
resultados apontaram algo importante: quando o indivíduo participa menos da
construção do raciocínio, tende a reter menos conhecimento.
Não porque a tecnologia seja ruim.
Mas porque aprender continua exigindo participação.
Enquanto refletia sobre isso, lembrei de uma frase que ouvi
durante toda a minha vida:
“Inteligência é resolver novas situações.”
Era assim que a minha dona mamãe definia inteligência.
E talvez seja exatamente isso que esteja faltando em muitas
discussões sobre inovação.
Não basta criar novas ferramentas.
É preciso criar novas soluções para novas realidades.
Meu pai trabalhou durante décadas no sistema bancário e
participou da implantação de tecnologias que transformaram a forma como lidamos
com o dinheiro, daquela época até hoje. Mas, depois de aposentado, fez uma
escolha legítima: não quis continuar acompanhando cada novidade tecnológica. E
está tudo certo. É um direito que o assiste.
Recentemente, durante um tratamento oncológico dele, surgiu
uma demanda judicial que exigia o envio de documentação por e-mail.
Ele não utiliza e-mail.
Não por incapacidade.
Por opção.
Ao entrar em contato com o escritório responsável pelo
processo, expliquei a situação. Redigi a mensagem, encaminhei os documentos
necessários e a advogada anexou tudo aos autos.
O processo seguiu normalmente.
Ninguém foi prejudicado.
Ninguém foi excluído.
E sabe por quê?
Porque alguém abriu os horizontes e resolveu a situação.
Inclusão não é eliminar a tecnologia.
Inclusão é construir pontes.
Hoje, envelhecer também significa aprender a sobreviver
digitalmente.
Aplicativos.
QR Codes.
Biometria.
Reconhecimento facial.
Senhas.
Confirmações por SMS.
Prova de vida digital.
Ferramentas que facilitam a vida de muitos, mas que também
podem se transformar em barreiras para quem não cresceu nesse ambiente.
Não estou defendendo o abandono da tecnologia. Pelo
contrário.
Ela reduz fraudes, amplia acessos e traz eficiência.
Mas eficiência sem humanização pode produzir um efeito
colateral perigoso: a exclusão.
Outro dia, ao entrar no prédio onde moro, meu pai ouviu da
portaria eletrônica:
“Acesso facial negado.”
Uma frase simples.
Mas carregada de simbolismo.
A máquina não reconheceu alguém que ajudou a construir parte
do mundo que hoje ela representa.
E essa exclusão não atinge apenas idosos.
Recentemente conheci um profissional que trabalhou durante
mais de duas décadas em uma grande empresa internacional. Descobriu, já adulto,
possuir um grau de autismo que jamais o impediu de desempenhar suas funções com
excelência.
Mesmo assim, acabou afastado.
A questão nunca foi capacidade.
A questão foi adaptação.
O mundo moderno fala muito sobre diversidade.
Mas ainda pratica pouco a inclusão.
Talvez por isso a atualização da NR-1 seja tão relevante.
Ao reconhecer a importância dos riscos psicossociais, a
norma amplia a compreensão de que saúde não é apenas ausência de doença.
Saúde também envolve pertencimento.
Acolhimento.
Escuta.
Condições para que as pessoas possam participar plenamente
da vida social e profissional.
A ciência avança.
A tecnologia avança.
A Inteligência Artificial avança.
Mas nenhuma inovação será realmente transformadora se deixar
pessoas para trás.
Prosperidade não é apenas crescer.
Prosperidade é garantir que todos possam continuar
caminhando juntos.
Porque inovação sem inclusão não é evolução.
É abandono disfarçado de modernidade.
*Mariângela Borba é jornalista, produtora cultural e
estrategista digital. Especialista em Cultura Pernambucana, atua na interseção
entre comunicação, cultura e política. Com passagem pelo Ministério da Cultura
e gestões públicas, integra a AIP e a UBE. Pesquisa a palavra como território
de poder e estuda Psicanálise.
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✋ Cinco Perguntas para Assisão
Qual foi o momento em que percebeu que o forró seria seu caminho?
“Quando eu percebi no termo da Jovem Guarda, que eu era roqueiro naquela época, percebi que o rock não seria papo para mim. Então eu me debrucei sobre a cultura nordestina e comecei a forró, isso nos anos 60.”
Como você enxerga o forró de hoje em relação ao tradicional?
“Só deram o nome de forró e forró, mas o forró mesmo é o tradicional. Não existe uma coisa que não é, que não é o porqueiro que diz, não é. Então só fica o tradicional mesmo.”
O que significa para você ser considerado um mestre do forró?
“Eu me sinto feliz porque me taxaram com esse nome que dão a mim e eu agradeço muito, porque eu gosto muito do forró e gosto também de quem gosta do forró.”
Qual foi a história mais curiosa ou divertida que viveu na estrada?
“No dia que a gente comeu uma comida azeda no hotel, fomos tocar. Então, a banda todinha se cagou no palco, porque dava dor de barriga rapidamente, todo mundo.”
O que você espera deixar para as próximas gerações de forrozeiros?
“Bem, eu espero deixar o legado, não é? Por sinal, estou preparando as crianças no forró. Porque os que já estão taludos não vão entrar no forró. As crianças estão entrando na baixadinha mesmo. Então, é isso aí. Os que vão seguir daqui a 40 anos estão adultos.”





